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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Mestrado e doutorado: alunos especiais ou ouvintes

Achei o vídeo válido por instruir um pouco sobre a possibilidade de antes de entrarem em um programa de mestrado ou doutorado, os alunos assistirem aulas como ouvintes ou alunos especiais. 

Acredito que se houver um bom desempenho isso possa até ajudar quando chegar o processo seletivo. (Dica: aumente a velocidade do vídeo. Assisti com ela dobrada.)



Fonte: Isabel Sales do Blog Contabilidade Financeira

sexta-feira, 18 de março de 2016

Procrastinação e estudos

Dicas para criar uma rotina de estudos e fugir da procrastinação, via Pós-Graduando: 

Quando eu estava na faculdade, não tinha uma rotina de estudos e, por isso, quando precisava estudar para uma prova, acabava me enrolando e deixando tudo para a última hora. 

Como resultado, passava as madrugadas e os finais de semana inteiros estudando ou escrevendo um trabalho e, no final, eu sempre ficava estressada e cansada. 

E pior, essa situação acontecia com frequência. 

Quando eu me preparava para o mestrado, também foi essa loucura. 

Quando eu notei que tinha que estudar e me dedicar muito, entrei em desespero e quase surtei. Essa situação também lhe parece familiar? 

Na verdade, percebi que se não me organizasse e criasse uma rotina de estudos, não conseguiria dar conta, pois além dos estudos para o mestrado, tenho meu trabalho como monitora, uma casa e uma família para cuidar. Afinal, como criar uma rotina de estudos? 

Eu não sou uma “expert” no assunto, mas posso citar 5 dicas que me ajudaram a criar uma rotina de estudos: 

1. A rotina de estudos 
A rotina é uma prática constante, uma repetição de hábitos e ações. Portanto, determine dias e horários fixos para o estudo e procure segui-los criteriosamente, independente da sua disposição ou ânimo no dia. Selecione os momentos do dia em que você é mais produtivo ou que você possa se concentrar melhor. No meu caso, prefiro estudar no período da tarde já que meu rendimento é mais baixo pela manhã. Caso não seja possível essa flexibilidade devido ao seu trabalho, estabeleça o mesmo horário toda semana para estudar, por exemplo, sábados e domingos das 8h às 12h. E, o mais importante, não marque nenhum compromisso nestes horários. 

2. O local de estudo 
Selecione um espaço para estudar, pode ser no escritório, no quarto ou mesmo numa sala de estudos na faculdade, o fundamental é que seja um lugar tranquilo e silencioso e que você não seja interrompido. Além disso, é importante ter um lugar organizado e limpo. Não estou dizendo que você deva gastar horas e horas (que você não tem) arrumando e deixando-o impecável. Um ambiente caótico em que você não consegue achar um texto que precisa ser lido devido à bagunça ou um lugar todo sujo com restos de comida na mesa podem prejudicar sua concentração, além de comprometer seus estudos. Um ambiente adequado ajuda a focar melhor a atenção nos estudos.
[...] 

3. As prioridades 
Estabeleça prioridades, ou seja, selecione o que precisa ser feito de mais importante (revisar textos, fazer fichamentos de livros, reler apostilas, escrever artigo, etc). Defina o que precisa ser estudado no dia ou o que precisa ser feito de mais urgente no caso de um trabalho ou projeto. 

  4. Os prazos Verifique a data da prova ou da entrega do trabalho com bastante antecedência para que você possa se organizar melhor e definir uma rotina de estudos. Em seguida, anote as datas em um lugar visível que você possa consultar com frequência (agenda, calendário, bloco de notas no celular, etc). Destaque com marcadores de texto ou canetas coloridas, no caso da agenda ou do calendário, para que você não possa esquecer. 

5. O foco 
Nestes horários, concentre-se nas tarefas que precisam ser feitas e que você já definiu previamente (prioridades). Evite todos os tipos de distrações (redes sociais, emails, celular, TV, etc) e foque a atenção nos estudos. Se for o caso, bloqueie o celular no horário de estudo para não receber as notificações a cada minuto e não se sentir tentado a conferir. Estabeleça pelo menos 5 minutos de intervalo entre um texto e outro. Dê uma pausa, relaxe, beba água, vá ao banheiro, ande um pouco e depois volte para o estudo. Eu sei o quanto é difícil no início manter a rotina, mas hoje eu percebo o quanto ela é essencial para que eu consiga cumprir tudo no prazo sem ter tanto desgaste e estresse. 

E a sua rotina de estudos, como é?

Indico o curso "Learning How To Learn" que está no Coursera e tem feito sucesso. Há legendas em português.

Fonte: Isabel Sales In Blog Contabilidade Financeira |Fonte da Imagem: Aqui

 

Livros de edições diferentes na revisão bibliográfica

Ao realizar uma pesquisa de revisão bibliográfica é importante observar as edições das obras consultadas. Em geral, recomenda-se utilizar a mais recente e manter-se fiel a mesma edição. Digo isto porque não é raro acontecer o seguinte: você vai até a biblioteca da universidade e leva temporariamente o livro “x”. Passa algum tempo com a obra, realiza a leitura, traz algumas passagens para o seu trabalho (na forma de citações diretas) mas não conclui antes de devolver o livro. Na segunda oportunidade pega um exemplar do livro "x" disponível na biblioteca, mas não se dá conta que é uma outra edição. Assim, pode acontecer que o conteúdo de uma obra seja diferente da outra, isto porque uma delas é atualizada ou porque foram produzidas por editoras distintas. Nestes casos há grande possibilidade da numeração de páginas ser diferente, de modo que isto representará um problema para o seu trabalho.
Três alternativas para resolver a questão:

quarta-feira, 9 de março de 2016

Como fazer uma apresentação de TCC de sucesso

Por Marketing SmartTalk

A apresentação de TCC é um dos momentos mais aguardados por alunos que estão no fim do seu curso. É o último passo de uma jornada longa, normalmente cansativa, estressante e de muitos estudos. Para boa parte dos jovens, ela é a barreira que deve ser ultrapassada para ingressar formado ao mercado de trabalho.

Apesar de todo nervosismo que envolve essa situação, uma boa preparação é fundamental para superar esse desafio. Pensando nisso, montamos uma lista com 7 dicas matadoras para você fazer uma apresentação de TCC perfeita. Acompanhe:

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Anatomia de uma ilustração: os bastidores da ilustração científica

[Livro E-Book] Anatomia de uma ilustração: os bastidores da ilustração científica

Título:
Anatomia de uma ilustração: os bastidores da ilustração científica

Organizadores:
Leandro Lopes
Maria Inés Castiñeira

Editora:
UNISUL

Edição:
2014

ISBN:
978858019071-7

Sinopse (Obtido da Introdução):
"A ilustração científica, longe de ser apenas representação didática para livros, tem se desenvolvido e se tornado mais sofisticada. Os ilustradores científicos são muitas vezes inspirados pela própria metodologia científica na busca de aperfeiçoar e ampliar seus métodos artísticos. Várias técnicas são aprimoradas, mescladas ou mesmo criadas pelos habilidosos artistas da ciência (ou cientistas da arte?) para que a representação visual, que serve à ciência e à natureza, cumpra com excelência seu papel. [...]"

Download do arquivo (PDF):
https://5ebic.files.wordpress.com
Referência:
LOPES, Leandro; CASTIÑEIRA, Maria Inés.  Anatomia de uma ilustração: os bastidores da ilustração cientifica. Palhoça: Ed. UNISUL, 2014. Disponível em: <https://5ebic.files.wordpress.com/2015/10/anatomia-de-uma-ilustracao.pdf>. Acesso em: 5 jan. 2016.

Dica do Blog: Prática da Pesquisa

domingo, 5 de julho de 2015

Power Point 2013- Curso Oficial

Iniciante

Aplicar e alterar um tema
Você criou slides para sua apresentação e agora está pensando no design do slide: o design do plano do fundo, os estilos de fonte, as cores e os layouts. Você quer que os slides tenham um pouco mais de apelo visual. Como fazer isso? Com os temas. Os temas proporcionam um design de slide completo para sua apresentação.
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Criar sua primeira apresentação do PowerPoint 2013
Assista a estes vídeos para aprender a usar o PowerPoint 2013. Comece a trabalhar com a nova versão para aprender a fazer as tarefas diárias.
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Usar vizualização do Apresentador
Assista a estes vídeos para saber como usar o Modo de Exibição do Apresentador no PowerPoint 2013 para separar o que você vê do que o seu público vê.
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Intermediário

Migre para o PowerPoint 2013
Assista a estes vídeos para mudar para o PowerPoint 2013. Comece a trabalhar com a nova versão para aprender a fazer as tarefas diárias.
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Trabalhando com marcas d'água
É conhecido como marca d'água — um tipo de imagem de plano de fundo que pode aparecer durante uma apresentação do PowerPoint. Como o logotipo da empresa. Use marcas d'água para identificação ou identidade visual, para fins de segurança ou legal, ou simplesmente como um design ou elemento decorativo.
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Avançado

É possível animar qualquer coisa no PowerPoint 2013. É fácil de fazer. Anime texto, imagens, gráficos, formas e muito mais. E você pode criar apresentações surpreendentes com muitas animações de trajetória de animação.
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Projetar caminhos de animação
Um caminho de animação é um efeito de animação que move um item, como uma imagem, em uma linha que você especifica no PowerPoint 2013. Conclua este curso para aprender a criá-los.
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Acabe de vez com compartilhamentos sem dar créditos

Licença busca flexibilizar reprodução e uso de conteúdo em ambiente digital

Produzir conteúdo e ser devidamente reconhecido tem sido um dos grandes desafios de uma sociedade calcada, desde o seu princípio, em valores de intelecto e engenhosidade aplicados à prática. Santos Dumont e os irmãos Wright, Tesla e Thomas Edison, Newton e Leibniz: não foram poucos aqueles que tiveram suas vidas mudadas para sempre por problemas de autoria – para o bem e para o mal. A despeito da grandiosidade de um conteúdo, existem, hoje, mecanismos capazes de proteger e gerenciar o uso e a reprodução de materiais, sejam eles no ambiente físico ou virtual. A lei 9.610, de 1998, indica que qualquer produção intelectual, com ou sem registro, tem sua proteção garantida no Brasil.

Licenças são mecanismos visando padronizar o compartilhamento, a adaptação e a utilização de conteúdo conforme condições impostas por autores. O Creative Commons é uma ONG que nasceu para permitir o compartilhamento e uso da criatividade e do conhecimento de maneira consciente e regulamentada. No Brasil, o projeto é coordenado por Ronaldo Lemos, e tem em sua base a Fundação Getúlio Vargas (FGV), instituição responsável pela adaptação da licença à realidade em todo o País.

Veja o Infográfico construído com base na arte de Carla Vieira no Site da Interativa.com: AQUI

Fonte: Interativa - Dica via Blog Prática da Pesquisa

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Plataforma da USP ensina a escrever artigo científico

Para melhorar o nível de qualidade na elaboração de artigos científicos por pesquisadores brasileiros, a  Universidade de São Paulo – líder em produção científica no país -, lançou o curso de Escrita Científica: produção de artigos de alto impacto. Formatado para a web e oferecido gratuitamente, o curso tem como objetivo auxiliar pesquisadores e estudantes de pós-graduação na elaboração de artigos de maior relevância acadêmica.
A redação de trabalhos científicos, elaborados para serem publicados em revistas de alto impacto (como a ScienceNature e a Clinics) é um dos gargalos para o crescimento da produção científica das universidades, incluindo a própria USP, afirmou o pró-reitor de pesquisa da instituição Marco Antonio Zago, em reunião recente com dirigentes da universidade. ”A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse  Zago.
É por isso que o curso on-line de escrita científica foi pensado de forma didática e intuitiva. Desenvolvido pelo professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, o curso é dividido em oito módulos e conta com videoaulas que explicam, passo a passo, cada uma das partes que compõem o paper (títulos, introdução, resultados, conclusões). Há um tópico especial sobre a elaboração de textos científicos em inglês.
Além das videoaulas – que podem ser consultadas a qualquer momento -, os interessados ainda contam com apostilas explicativas e materiais didáticos extras, que trazem indicações de obras de referência recomendadas por Zucolotto. Todos os materiais podem ser baixados livremente. O curso, no entanto, não disponibiliza a emissão de certificados.
Inovação
O baixo índice de repercussão internacional de parte da pesquisa produzida nacionalmente é um dos principais problemas que impactam diretamente na inovação do Brasil. No ranking do Índice Global de Inovação 2013 produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, por exemplo, o país ficou em 64ª lugar entre 142 países.
A análise de problemas na qualidade dos artigos científicos foi um dos destaque nas reuniões do último encontro realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Recife, no final de julho. Na ocasião, representantes de agências de fomento apontaram a necessidade de estimular a qualidade dos trabalhos publicados por cientistas brasileiros, especialmente quando os artigos são feitos em inglês.
Offline
E para quem preferir o curso presencial, a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Abrapcorp) promove, dia 17 de agosto, das 8h30 às 17h30, o curso avançado Como elaborar artigos científicos para eventos e revistas. O curso será ministrado por Gilson Volpato, professor do Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.
Fonte: PORVIR.ORG

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dica: Formulários de pesquisa on line


Veja alguns sites que oferecem o serviço de formulários de pesquisa on line. 

Serviço muito útil na otimização da sua pesquisa de TCC.

Escolha aquele que achar mais adequado às suas necessidades, e sucesso!

Google Docs

Dicas sobre como criar pesquisa no Google Docs

Survey Monkey

Enquetes

Wufo

Poll Daddy

Question Form

Crédito da Imagem: Dreamstime

sexta-feira, 22 de março de 2013

Qual tempo verbal devo empregar na monografia?

O tempo verbal situa a ação descrita na oração em um determinado momento (passado, presente ou futuro).

No projeto de pesquisa, recomenda-se o emprego do tempo futuro, já que o texto deverá referir-se a ações futuras. 

no texto científico concluído (artigo, monografia, dissertação ou tese) emprega-se o passado, vez que o seu conteúdo reporta às atividades que foram realizadas durante a pesquisa. Contudo, há situações onde emprega-se o tempo presente e o tempo futuro. Por exemplo, ao referir-se ao próprio texto utiliza-se o presente, ao apresentar sugestões para estudos complementares emprega-se o futuro.

domingo, 16 de setembro de 2012

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

Por Isabel Sales


Hoje uma postagem básica para os alunos de graduação que irão escrever o trabalho de conclusão de curso. Temos outras postagens no blog que tratam melhor cada ponto descrito aqui.


Vou utilizar como exemplo o artigo “O Tratamento dos Ativos Não Operacionais na Avaliação de Empresas: Teoria e Prática” de Luciana Miyuki Ikuno, Isabel Cristina Henriques Sales e César Augusto Tibúrcio Silva, publicado em 2011 no volume 6 da revista “Perspectivas Contemporâneas”.



- O seu trabalho, basicamente, terá uma “espinha de seções” assim:

1. Introdução
2. Referencial Teórico
3. Proceder Metodológico
4. Resultados e Análises
5. Considerações Finais

Você pode criar subseções de acordo com o seu estilo (desde que não seja apenas uma, por exemplo, a 2.1 sem haver uma 2.2).

Na “Introdução” você irá contextualizar a sua pesquisa, escrever o objetivo do trabalho, o problema de pesquisa e a justificativa. No “Referencial Teórico” você deve aprofundar o assunto que está sendo pesquisado. No “Proceder Metodológico” você escreverá o desenho do seu trabalho, como ele foi desenvolvido, quais foram as fases, a amostra, o espaço temporal, os outliers... Você deve escrever para me permitir entender cada passo da sua pesquisa de forma que eu possa reproduzi-la. Nos “Resultados e Análises” você irá apresentar os resultados da sua pesquisa e interpretá-los. Não adianta, por exemplo, colocar uma tabela e não fazer inferências do que está sendo apresentado. Se esforce! Nas considerações finais você vai concluir a sua pesquisa e sugerir novos trabalhos que podem ser desenvolvidos com base no seu. Não se empolgue na tentativa de valorizar a sua pesquisa e escreva na conclusão assuntos que não foram tratados no seu trabalho.

Mais ainda, saibam que o que vocês escrevem tem que ser acompanhado das devidas referências. Não é como na escola, quando a professora te pedia para escrever um trabalho sobre, digamos, rinocerontes, e você saia copiando enciclopédias, livros, redigindo um texto sem autores no corpo do trabalho, mas, no momento de listar as referências bibliográficas, saia escrevendo o nome de várias fontes distintas para mostrar que utilizou diversos materiais. Não, não é mais assim.

- Você só cita no referencial o que citou no corpo do trabalho. Isso implica que: para citar nas referências, você deve ter citado a fonte na pesquisa.

Por exemplo:
De acordo com Hitchner (2003), ativos não operacionais são aqueles ativos que não são necessários para as operações em andamento da empresa. Entre os principais ativos que podem ser considerados como não operacionais estão o caixa e equivalentes de caixa; investimentos em ações e títulos de outras empresas; investimentos em outras entidades e; ativos que não geram fluxos de caixa, mas que podem conter valores significativos (DAMODARAN, 2005).
 
Note que escrevemos citando, de forma indireta, dois autores. Nas referências deverão constar os dois trabalhos (em ordem alfabética), assim:

DAMODARAN, Aswath. Dealing with cash, cross holdings and other non-operating assets: approaches and implications. Social Science Research Network, set. 2005. Disponível em: . Acesso em: 25 maio 2011.

HITCHNER, James R. Financial valuation: Applications and Models. Nova York: John Wiley & Sons, 2003.
Para se sentir mais seguro, antes de escrever leia alguns artigos (procure no Scholar Google, por exemplo), converse com o seu orientador e com o professor de metodologia científica. Sua graduação está quase acabando e não deve ser encerrada com descaso. Além de absorver tudo o que te foi transmitido durante as aulas, é importante que você se esforce em deixar alguma retribuição científica.

Repito que: temos outras postagens no blog que tratam melhor cada ponto descrito aqui.
Dentre outros, consulte:

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Veduca

Dica de Isabel Sales

O Glauber Barbosa, amigo de mestrado, me falou sobre o “Veduca” há séculos e hoje, finalmente, consegui entrar e interagir com o que há lá. O site, como alguns outros (“Planeta Acadêmico”), disponibiliza vídeos de diversas universidades mundiais, com palestras interessantes e uma alternativa (ou complemento) à educação que temos no Brasil. O interessante é que o Veduca é grátis, tem mais conteúdo e vários são legendados (alguns são brasileiros, inclusive).

No gráfico de nuvens nota-se claramente que há uma maior quantidade de vídeos sobre Ciência da Computação. Engenharia, Medicina e Ciências da Saúde também se destacam. Para encontrar assuntos contábeis, há de se procurar em “Economia” ou “Administração e Negócios”.

Vamos explorar juntos?

Este (sem legenda) é com o professor Douglas Rae, de Yale, (com direito a gravata borboleta vermelha, fera!) é intitulado “Capitalismo: Sucesso, Crise, Reforma”. Rae deslancha: “O socialismo utiliza capital”. “Fascistas usam capital, esquilos e até aranhas também”. (Eu queria um professor assim!) O capitalismo é a subespécie na qual a riqueza acumulada é distribuída de forma a criar novas riquezas em um ambiente competitivo. O capitalismo não foi inventado por um cara esperto como o Adam Smith, mas sim evoluiu de forma orgânica em tentativas e experimentações. Por falhas. Interessante que se você observar a história do mercado ela é recheada de derrotas. [...]

Para quem quer aprender ou tentar gostar mais de estatística e probabilidade, há um vídeo (com legendas) da Universidade de Berkeley, com o professor Fletcher H. Ibser (notem os diversos quadros!). O esquema é tão educativo que é permitido a venda das anotações que são feitas em aula. Imagine o nível da turma...! E a organização dos alunos que anotam, organizam e comercializam o material. Simplesmente fascinante.

Olha que fantástico. Eu estava procurando algo bem diferente disso, mas me deparei com um curso do Dalai Lama sobre “centralidade da compaixão” (com legenda). A risadinha dele é uma graça!

Acho ótimos sites assim, especialmente os bem organizados e com funções diversas de pesquisa. Fica, ainda, a dica para aqueles tão sedentos quanto eu: nos vídeos mais assistidos, nas aulas mais agradáveis e estimulantes, você pode aprender também sobre didática e agregar ao seu perfil técnicas diferentes.

Ao escrever esse texto alguns dos mais vistos da semana foram: Origens da Crise Financeira (Princeton); A Psicologia da Felicidade (Fundação TED); Ciência, Misticismo e Religião (UCLA); Introdução à Ciência da Computação (Nova Gales do Sul).

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Roteiro para escrever um bom artigo

Segue um fragmento do artigo "Escreva bem e pereça" publicado na Revista Pesquisa FAPESP (Abril 2011):

ROTEIRO PARA ESCREVER UM BOM ARTIGO 

1) Planeje na fase do projeto Escolha revistas em que sua pesquisa poderia ser publicada e analise nelas artigos de pesquisadores com o mesmo perfil que você tem – afinal, eles viveram as mesmas dificuldades para publicar que você enfrentará. Estude as exigências de um trabalho desse tipo e tente adequar seu projeto de pesquisa a elas. 

2) Organize as ideias Antes de começar a escrever, analise os dados e veja a que conclusões você pode efetivamente chegar. Exponha oralmente aos colegas e faça isso até constatar que seu trabalho está claro. Escreva primeiro o resumo, para garantir que tem o domínio sobre o conjunto dos dados e está pronto para iniciar a redação. 

3) Escreva de trás para frente Comece pelas conclusões, destacando o que o artigo traz de novo. Em seguida escolha as figuras e redija apenas os resultados que usou para chegar às conclusões. Depois parta para os procedimentos e a discussão. Ao final, faça a introdução, que deve justificar os objetivos. Por fim, cuide do título. 

4) Capriche na carta ao editor A apresentação do artigo ao editor é uma chance de usar uma abordagem menos formal para defender as conclusões de seu artigo e cativar o editor e não deve ser menosprezada como ferramenta de divulgação. Muitos pesquisadores perdem essa chance ao fazer apresentações burocráticas e desinteressantes. 

5) Aprenda com fracassos Se o manuscrito for rejeitado, tente descobrir os motivos. O feedback do fracasso é essencial para poder corrigir os erros do artigo ou pelo menos para não repeti-los na pesquisa seguinte. Esse expediente também ajuda a aprimorar a redação e a aprender a escolher o periódico adequado. 

por Gilson Volpato, UNESP 
Artigo na íntegra
Dica de Isabel Sollberg (UESC) 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Diagramas e Organogramas On line

LucidChart
Crie diagramas com o LucidChart, programa simples e fácil, totalmente baseado na web, dispensando qualquer tipo de download

Muitas pessoas, principalmente programadores, precisam fazer diagramas para ajudar no desenvolvimento do trabalho ou apresentar para algum cliente. Por falta de conhecimento de programas que têm a função justamente de criar esses diagramas, estas pessoas acabam fazendo em programas gráficos básicos, como o Microsoft Paint, deixando o trabalho extremamente desalinhado.

LucidChart é um aplicativo online que permite a criação de diagramas avançados. Os elementos já vêm todos construídos, onde o usuário precisa apenas posicioná-los e inserir o texto que desejar. Sua vantagem em relação aos concorrentes é o fato de ser um aplicativo baseado na web, o que não requer nenhum download e pode ser acessado de qualquer computador com acesso à internet.

Roda em Firefox 3, Internet Explorer 7 ou superior

CONFIRA EM http://www.lucidchart.com


Dica Matheus Alcantara - via Superdownload


segunda-feira, 18 de abril de 2011

TinEye: O buscador de Imagens


TinEye é um motor de busca para encontrar as páginas na Internet onde uma imagem foi publicada. Diferente do Google Imagens, com o TinEye você pode descobrir a fonte de uma imagem, se há versões modificadas dela ou se existe uma versão de maior resolução.

Em toda pesquisa, é muito importante empregar esforços para identificar as fontes primárias dos conteúdos utilizados. No caso de imagens, o TinEye pode ser utilizado para tentar identificar o site onde uma determinada imagem foi originalmente publicada.

Confira em http://www.tineye.com/


Dica do
Blog Prática da Pesquisa

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Como gostar de Métodos Quantitativos?


por César Tibúrcio (UNB)

Nos dias de hoje é cada vez mais comum a utilização de métodos quantitativos. Na área acadêmica quase todos os trabalhos, a partir do mestrado, usam métodos quantitativos. Mesmo em algumas áreas onde a parte discursiva é substancial, como história, administração ou direito, é cada vez mais comum o uso de fórmulas, pesquisas quantitativas, etc. Parece inevitável, portanto, a expansão dos métodos quantitativos. Entretanto, existem pessoas que tem bloqueio dos métodos quantitativos. Este bloqueio é decorrente das notas baixas em matemática no ensino médio ou por ter encontrado um professor que teve o prazer que fazer mais uma pessoa detestar qualquer coisa que tem um número ou uma fórmula. Eis alguns conselhos para resolver seu problema:

1. Pense que você não está sozinho – Muitas pessoas possuem a mesma dificuldade. É muito mais comum encontrar alguém que seja ruim em números do que uma pessoa que seja analfabeta. Mesmo aquela pessoa que parece saber muito sobre o assunto, provavelmente não conhece tudo, tem dificuldades e já teve barreiras. Saber que você não está sozinho é importante para sua auto-estima.

 
2. Tente vencer o obstáculo aos poucos – Você não conseguirá aprender métodos quantitativos de uma vez. Esqueça isto. Então comece com um passo de cada vez.

 
3. Comece com um bom livro ou um bom filme – Métodos quantitativos podem ser interessantes. É verdade, acreditem. Para que você possa ter a mesma opinião, comece com lendo um livro que seja acessível ou assista a um bom filme.


4. Em geral aulas da pós-graduação tende a ser mais focada do que aulas de graduação (esta dica eu li no Marginal Revolution) e a qualidade depende do instrutor. Por isto, procure o professor que irá ensinar da forma como você gosta. Em métodos quantitativos existem dois tipos de métodos de ensino: os professores que dedicam a ensinar a essência do método, enfatizando deduções teóricas pesadas; e os professores que ensinam a usar um software estatístico ou matemático. (Na realidade, a maior parte dos professores está num meio termo, apesar do segundo tipo ser muito criticado na academia). Escolha seu professor conforme o estilo dele e seu gosto.

 
5. Tente não parar de estudar – Continue o aprendizado. Depois de aprender sobre regressão, você pode estudar programação linear, por exemplo. Continue estudando sempre.


6. Tenha um bom companheiro de estudo – O seu companheiro poderá dar um incentivo adicional: o material didático. Já existem no mercado excelentes livros. Se você está estudando regressão múltipla e não entendeu os ensinamentos do Hair (um dos bons livros da área), tente o Field ou Stevenson ou outro qualquer. Às vezes a forma de exposição da idéia por parte de um autor pode ser mais clara do que outro.


7. A melhor forma de vencer o obstáculo é saber que você tem uma necessidade. Lembre-se de que você precisa de métodos quantitativos. Isto pode ser uma motivação adicional para vencer. Para quem quer começar a gostar de métodos quantitativos, recomendo o seguinte:


a) Numb3rs – Trata-se de uma série de investigação que passou na televisão a cabo brasileira e foi lançada no mercado de vídeo. Em cada episódio, o FBI estava diante de um problema e um grande matemático ajudava o Bureau. Em cada episódio, pelo menos um novo método. Nos Estados Unidos a série era acompanhada de um material didático, com aplicações e exercícios. Mas mesmo sem esta ajuda, é muito interessante acompanhar os irmãos Eppes nas aventuras da série.

 
b) Último Teorema de Fermat – Este livro, de Simon Singh, conta a história da prova, feita por um inglês, do último teorema de Fermat.


c) O Teorema do Papagaio – É um livro de ficção, de Denis Guedj, também sobre o Teorema de Fermat. É um pouco longo, mas também é didático.

 
d) Uma Senhora Toma Chá – Também um livro didático, sobre a história da estatística.

 
e) O Andar do Bêbado – Achei que este livro não deu o devido destaque aos fatos mais recentes. Mesmo assim, é bem escrito e didático


f) O Homem que Calculava – Já estava cometendo uma injustiça, esquecendo de citar Malba Tahan. O homem que calculava é um livro mais juvenil, mas muito interessante. Quem já leu este livro e não gostou?

Fonte:
Blog Contabilidade Financeira




terça-feira, 29 de março de 2011

Novas Regras para Trabalhos Acadêmicos

Por Isabel Sales




Esse mês foi publicada uma nova versão pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT da NBR 14724 que se refere a trabalhos acadêmicos. A nova norma, válida a partir de 17 de abril de 2011, tem como principal alteração o espaçamento, antigamente duplo, agora de 1,5. Fiquem atentos!!! Ademais, pelo que percebi, as mudanças foram:


- A identificação das ilustrações (quadros e gráficos, inclusive), que era na parte inferior, passou para a superior.


- O indicativo de seção ganhou mais informações: “os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso), na parte superior da mancha gráfica e ser separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Da mesma forma, os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Títulos que ocupem mais de uma linha devem ser, a partir da segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.”


- As notas de rodapé ficavam separadas por um espaço simples de entre as linhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda. Agora o filete é de 5 cm. Além disso, as notas de rodapé “devem ser alinhadas a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente, sem espaço entre elas e com fonte menor”.


- A capa (obrigatória) e a lombada (opcional) deixaram de ser “elementos pré-textuais” e passaram a ser classificados como “parte externa”. A “parte interna” é composta pelos “elementos pré-textuais”, “elementos textuais” e “elementos pós-textuais”.


Aqui: Para quem deseja adquirir essa ou outras normas da ABNT


Aqui e Aqui: Para mais sobre a ABNT publicado anteriormente no blog.






Fonte: Blog Contabilidade Financeira

terça-feira, 22 de março de 2011

Como melhorar o seu referencial

Por Isabel Sales


Qualquer trabalho científico - inclusive monografias e trabalhos de conclusão de curso - precisa de referências diversas e não apenas livros, como já foi comentado no blog. Após a publicação do texto “Pecados na Produção Científica”, várias pessoas já me perguntaram como baixar artigos com o acesso periódicos.capes e por isso resolvi escrever esse post. A intenção é ensiná-los como eu faço as minhas buscas (não é necessariamente a melhor forma ou totalmente sem possibilidades de melhorias).

Para tanto, hoje estou utilizando a internet wi-fi da Universidade de Brasília. Se você aproveitar a rede da sua universidade ou de alguma biblioteca provavlemnete poderá seguir esses passos da mesma forma.

(Eu tenho o costume de pesquisar os meus temas no Scholar.google, no Jstor e no Science Direct. Mas existem outros incontáveis sites com bases de dados que vocês podem utilizar...)

É tudo muito simples. Vamos ao exemplo.

Digamos que a minha monografia é sobre finanças comportamentais. Pesquisarei o termo “behavioral finance” no Scholar.google. Em seguida irei colocar um filtro com os artigos publicados após 2010, pois quero apenas os mais recentes.




Apareceram vários resultados, mas o que me interessa é o primeiro: Confidence, opinions of market efficiency, and investment behavior of finance professors, publicado na revista Journal of Financial Markets, volume 13, edição n. 1 de fevereiro de 2010.

Quando a busca é por fontes internacionais, geralmente me deparo com um artigo que eu não tenho acesso por não ser assinante da base de dados. Então eu entro no site periódicos.capes (ainda utilizando a rede da minha universidade), pesquiso o journal no qual está o artigo (nesse caso o Journal of Financial Markets), entro na base de dados da revista, encontro a edição e baixo o artigo, conforme demonstrado nos passos a seguir:

Passo 1: Preencha o campo “Buscar periódico” com o journal do seu interesse e clique em “buscar”:


Passo 2: Selecione na lista o periódico do seu interesse:



Passo 3: Procure o volume e a edição em que foram publicados o artigo pesquisado:




Passo 4: Clique no símbolo de pdf que aparece abaixo do título do artigo para baixá-lo:





Pronto! O artigo será aberto em uma nova tela, você poderá salva-lo e utilizá-lo da melhor forma possível em sua referências. Lembre-se de citar as suas fontes! (Posteriormente falaremos mais sobre isso no blog).


A sua biblioteca provavelmente não terá acesso a TODOS os periódicos da sua área, portanto, vira-e-volta, aparecerá algum que você naturalmente terá que deixar de lado ou comprar (cada um custa cerca de US$ 40,00). Faz parte. Mesmo seguindo todos esses passos. Em contabilidade, pela Universidade de Brasília, por exemplo, não temos acesso ao Journal of Accounting Research e por isso escrevi alguns e-mails para a Capes solicitando essa inclusão por ser uma fonte de informações essencial, ao meu ver. Ainda não fui feliz na empreitada, mas acredito que em breve o pedido seja atendido. Portanto, deixo como sugestão comunicar a Capes qualquer problema que apareça pra vocês.

Essa é a forma como eu baixo artigos. Provavelmente existem mais simples ou mais rebuscadas que te darão resultados distintos. Caso tenham sugestões, participem nos comentários.

- Clique nas imagens caso queira uma resolução melhor -
Fonte: Blog Contabilidade Financeira

Pecados na Produção Científica

por Isabel Sales


Você sabia que se você formular um problema de pesquisa o qual eu possa responder com um simples “não” diminui a qualidade do seu trabalho? Você sabia também que nas conclusões de sua pesquisa você não pode, na tentativa de valorizá-la, acrescentar informações que não foram trabalhadas ao longo do trabalho?

Ano passado recebi uma indicação de leitura do professor Cláudio Santana que vale a pena ser repassada: Produção Científica em Contabilidade no Brasil: Dez “Pecados” Mais Frequentes.

Os professores Martins e Theóphilo ressaltaram a importância de um artigo bem escrito, bem como os erros que podem prejudicar seriamente sua qualidade:

1. Não atendimento de quesitos fundamentais do assunto-tema-problema: o tema de estudo deve ser importante, original e viável. Não se norteie apenas por um trabalho que seja “publicável”.

2. Inadequação na elaboração do problema de pesquisa: um exemplo de problema de pesquisa mal formulado é aquele que pode simplesmente ser respondido por um “sim” ou “não”; ou que acrescentam algum juízo de valor a pergunta (isso é melhor que aquilo?).

3. Trabalhos sem passado: trabalhos que não apresentam as discussões relevantes sobre o tema ou como o debate se encontra no estágio atual.

4. Trabalhos nem abrangentes, nem aprofundados: uma pesquisa tem que privilegiar um ou outro. Um levantamento, por exemplo, será abrangente. Já de um estudo de caso espera-se aprofundamento.

5. Inadequação na sustentação teórica do estudo: um trabalho precisa de um referencial teórico robusto.

6. Inadequação na utilização das fontes que dão apoio ao estudo: uma pesquisa científica deve utilizar fontes diversas. (Não utilize apenas livros ou leis. Baseie-se em dissertações e teses, assim como artigos científicos publicados em bons periódicos. Se você utilizar a internet da sua Universidade provavelmente terá acesso, por meio do portal de periódicos da Capes, aos journals internacionais que a princípio cobram por seu conteúdo).

7. Pouca atenção para com aspectos de confiabilidade e validade dos estudos.

8. Crença na auto-explicação dos testes estatísticos.

9. Deficiências na enunciação das conclusões dos estudos: muitas vezes são acrescentadas às conclusões análises que ultrapassam o que foi observado no desenvolvimento da pesquisa.

10. Pecado coletivo: é necessário que os pesquisadores não sigam tanto um modelo predeterminado e ousem um pouco mais.

O artigo mencionado foi publicado pela Editora Atlas no livro “Educação Contábil: Tópicos de Ensino e Pesquisa”, organizado por Jorge Lopes, José Ribeiro Filho e Marcleide Pederneiras.


Fonte: Blog Contabilidade Financeira